Tecnologia


Muitas pessoas estão mantendo “blogs” e fazendo websites pessoais hoje em dia. Outras muitas pessoas às vezes me perguntam se isso não é uma perda de tempo.

Os motivos que levam cada pessoa a decidir elaborar seu próprio site na Internet são diversificados e muito pessoais. No entanto, analisando este fenômeno de forma filosófica, vejo que ter um website pessoal é, embora pouco se perceba, uma forma de arte. As antigas pinturas nas cavernas eram expressões da cultura de povos pré-históricos que documentavam a história de sua gente e de sua época. Cada uma delas ilustra momentos de nossa existência através dos tempos. Algumas delas mostram dor (como na perda de um dedo) e felicidade (como no nascimento de uma nova criança). Páginas pessoais são como pinturas nas cavernas, pois são expressões de cultura e sentimentos das pessoas que as possuem. Da mesma forma, elas documentam a história dessas pessoas e um determinado período de suas vidas ou de sua época, pois cada uma delas também conta uma história diferente. Como exemplo, muitas páginas pessoais que são encontradas nos grupos de discussão femininos mostram a dor pela perda de um marido ou a alegria pelo nascimento do primeiro filho. Já outras exibem fotos de uma viagem pessoal realizada durante as férias. Há ainda as que servem aos propósitos de utilizade pública ou como repositórios culturais (tais como os sites de poesia).

Diferentemente das pinturas pré-históricas, as milhões de páginas pessoais e blogs que estão no ar (assim como todo o conteúdo da Internet, de forma geral) ajudam as pessoas do mundo de hoje a entenderem e refletirem como é viver nos tempos atuais.

E por quais motivos pessoais eu criei este blog e um website pessoal?

Para divulgar meu trabalho e me divertir, ensaiando um pouco de arte digital… Além disso, hoje em dia cada vez mais precisamos de um cartão de apresentação cibernético, um currículo digital. Armar nossa tenda na grande rede, entende?

No entanto, para melhor entender porque cada vez mais pessoas estão construindo blogs e websites pessoais e se comunicando umas com as outras pela Internet, é preciso observar os seguintes bons argumentos:

  • Liberdade de expressão
  • É o que dá à Internet o potencial de incrível poder.

  • Desmascaramento dos esteriótipos
  • Já percebeu que, seja por orgulho, timidez ou medo, costumamos não falar com algumas pessoas por causa de sua idade, sexo, peso, roupas, o carro que ela possui ou o emprego que ela tem? A Internet nos serve como uma espécie de escudo contra os preconceitos óbvios que encontramos na nossa vida cotidiana. Através dos meios virtuais, você pode lidar com uma pessoa sem a interferência desses preconceitos.

  • Proteção de retaliação direta
  • A Internet nos fornece um ambiente onde podemos expressar aquilo que pensamos sem sofrermos retaliação direta. Você pode receber flame por e-mail, mas eles ainda poderão ser simplesmente apagados. Por exemplo, pense o quão seguro de si nós nos sentimos quando usamos óculos escuros. Eles formam uma máscara para os olhos, uma espécie de escudo que faz com que nos sintamos protegidos do olhar direto e inquisitivo dos outros enquanto ainda permite que você os observe. A Internet nos dá a mesma sensação – ou o mesmo tipo de proteção – que faz com que você diga e olhe o que quer sem correr o risco de uma retaliação direta e imediata.

  • As vozes de todos têm o mesmo volume
  • Aqui na Internet, a voz de uma pessoa pode ser tão proeminente e notável quanto a de qualquer outro indivíduo ou entidade.

  • Expressão dos taboos
  • Oh, sim! Quantas vezes nossas mães, professores ou padres nos falaram “não toque, não olhe, não diga”? Na Internet temos a liberdade e possibilidade de explorar os taboos e de desmistificar muitos deles apenas através da possibilidade que temos de conhecê-los melhor (seja por meio da leitura, da pesquisa, da observação, da conversa com outras pessoas – sempre, naturalmente, observando-se os cuidados necessários).

  • Sensação de não ser o único
  • Encontrar outras pessoas que partilhem os mesmos pensamentos, sentimentos e experiências pode ser um evento encorajador, animador, estimulante e excitante para o espírito (embora, particularmente, eu prefira um bom vinho em frente à lareira ou um chope na beira da praia…).

    Nômades, enfim!Parece que a tecnologia de comunicação móvel é o tema da vez. A revista inglesa “The Economist” publicou um artigo/entrevista chamado “Nomads at last” (“Nômades enfim“) que explora como a tecnologia (bem, a comunicação sem fio) está mudando a forma como as pessoas vivem e trabalham. Uma citação bem apropriada do sociólogo Manuel Castells resume tudo muito bem: “Conectividade permanente – e não movimento – é a coisa crítica“.

    Eu passo mais tempo na maioria dos dias interagindo com pessoas em outras cidades, estados e até países do que com meus vizinhos. E suspeito que a habilidade para que as pessoas interajam fora de seus limites geográficos irá substituir muito do que significa “estar aqui”. Já me aproximei de pessoas que aparentemente estavam disponíveis, para somente então descobrir que elas estavam ocupadas em conversas com alguém através de seus celulares (via tecnologia sem fio “Bluetooth”). “Aqui” significa cada vez menos. “Conectado” significa cada vez mais.

    SPAM em todo lugar!Já perceberam que quanto mais tecnologicamente evoluídos e eletrônicamente aparelhados nos tornamos e mais acesso à informação temos, menos tempo disponível também temos? Quanto tempo você perde por dia lendo e-mails com conteúdo não solicitado (progagandas, correntes, phishing scams maliciosos etc.), folheando catálogos de compras online, assistindo/ouvindo aos comerciais de rádio e TV (encenados pela demagogia, hipocrisia e mentiras escancaradas que o CONAR – Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária – parece não querer ver), recebendo ligações de telemarketing (de empresas que descobrem seu nº de telefone de formas tão misteriosas que desafiaria até mesmo o famoso detetive Sherlock Holmes), tendo seus ouvidos estuprados por aqueles pequeninos (mas não menos insuportáveis) carros de propaganda sonora nas ruas, tendo sua atenção desviada por centenas de outdoors trânsito afora, e até abrindo cartas com propagandas (sim, elas ainda existem – a editora Abril já me enviou centenas delas nos últimos anos e, curiosamente, ainda não percebeu que eu não quero mais assinar a revista Veja!)? Isso sem falar naquela legião de panfleteiros nos cercando nas calçadas ou enfiando folders de propaganda pelas frestas dos vidros de nossos carros. Pois o famigerado “SPAM” (ou propagandas comerciais não solicitadas, por mim aqui generalizado em todas as suas formas e nuances, sejam eletrônicas ou não), esta praga cotidiana nascida no século 20, parece nunca parar de se multiplicar (feito um câncer social) e está se alastrando cada vez mais – até em nossos celulares!

    SPAM no celularHá muito tempo atrás (em 05/04/2006, para ser mais exato) solicitei à prestadora de serviços de telefonia celular VIVO que interrompesse o envio de mensagens publicitárias para meu celular (tanto via torpedos quanto através de ligações telefônicas originadas de telemarketing). Meu pedido foi atendido, visto que não mais as recebi (embora tenha tido que reiterá-lo 4 vezes diretamente à VIVO e 3 vezes por intermédio de reclamações junto à Anatel (originalmente através da reclamação nº 312994.2006), sendo que na última vez tive que chegar ao ponto de ameaçar a VIVO a registrar uma reclamação no Procon e impetrar uma ação na Justiça – e talvez apenas justamente por isso aquela tenha sido a última vez…).

    Entretanto, quando envio torpedos de meu celular, todas as mensagens de confirmação de entrega sempre vêm acompanhadas de uma mensagem comercial no final (geralmente se referindo à divulgação de uma promoção, serviço ou produto da própria VIVO). Além desta prática ser uma forma da VIVO burlar a legislação e as regras do “Regulamento do Serviço Móvel Pessoal” da Anatel (no que diz respeito ao envio de mensagens publicitárias contra a vontade explícita de seus clientes), só contribui para que o tráfego de dados na rede celular móvel brasileira se torne ainda mais sobrecarregado (pois pelo menos 50% ou mais do conteúdo dos textos de confirmação de entrega de torpedos é composto por esse conteúdo publicitário – ou seja, supérfluo e geralmente desagradável para o cliente). Consequentemente, esses “inofensivos” bytes a mais contribuem para o aumento dos custos de gerenciamento, programação, manutenção, expanção e escalabilidade da rede e de todo o parque de equipamentos do universo da telefonia móvel, provocando um ciclo de constantes reinvestimentos – que quase sempre tornarão mais caros os preços das tarifas e serviços agregados para o cliente consumidor. Talvez seja por isso, também, que com bastante frequência os torpedos da VIVO sejam entregues com horas (ou mesmo dias) de atraso e até fora da ordem cronológica em que foram enviados – e afirmo isto não somente por experiência própria, mas pelas diversas mesmas reclamações que já ouvi de outros usuários da VIVO (e notem que eu somente envio e recebo torpedos com mensagens SMS, que utilizam somente texto puro, compostas por apenas poucos bytes de dados, ou seja, que utilizam muito pouco da banda de dados do sistema…).

    Mate o SPAM antes que ele mate a InternetJá se você utiliza um notebook, um PDA sem fio ou um celular com acesso à Internet através de redes sem fio urbanas (especialmente através da tecnologia de acesso celular 3G), receber SPAM (seja através de seus e-mails ou a partir da própria operadora do celular) leva a um significativo aumento no custo de cada conexão (já que Internet móvel ainda é um “artigo” de luxo e custa muito caro). Se isso não parar, e-mails via celular não irão se tornar populares.

    Além do mais, mais cliques em nossos celulares significa diminuição no tempo de duração de suas baterias e, consequentemente, de suas vidas úteis, necessitando serem substituídas por novas (o que é péssimo para o meio-ambiente, já que a maioria das cidades brasileiras não oferece ampla estrutura de coleta seletiva de lixo) ou fazendo com que a gente caia na tentação de adquirir um celular novo (já que o preço de muitas baterias novas – quando se consegue achá-las – é muito próximo do valor daquele celular novo que vive piscando pra você quando você passa pela vitrine… – o que também remete ao problema ambiental referente ao descarte antecipado de baterias de celulares substituídos). Isto me faz concluir o seguinte: será que os SPAMs das prestadoras de serviço celular têm como objetivo oculto aquecer o mercado de venda de novos celulares ou a migração de usuários de planos pré-pagos para planos pós-pagos (que incluem celulares de graça)? Admito que daria um bela teoria da conspiração!

    SPAM via InternetMenos SPAM significa menos poluição visual e sonora e menos tempo de nossa vida útil perdido lendo-se ou assistindo-se conteúdo inútil e não solicitado. Não sou contra a publicidade e propaganda (elas são, sem dúvida, parte da “alma do negócio” e necessárias à divulgação de produtos ou serviços oferecidos à sociedade). Eu apenas sou contra ao abuso e excesso relacionados à sua forma de divulgação (seja conteúdo ou exposição) e a favor da adoção e cumprimento de políticas públicas sensatas (incluindo legislação governamental e resoluções de órgãos reguladores) que as tornem mais éticas, sutis, menos agressivas e intrusivas e também, de certo modo, mais “selecionáveis” (ou seja, ao consumidor deveriam ser oferecidos meios de escolher o quê, quando e através de quais canais de comunicação ele deseja recebê-las, quando possível).

    Sugeri à Anatel (a agência reguladora de serviços de telecomunicações brasileira) que investigue a sutil forma de SPAM praticada pela VIVO (e talvez também por outras prestadoras de serviço de telefonia móvel) e que ela estenda, através de suas resoluções, as regras anti-SPAM para todos os casos em que essas operadoras tenham a oportunidade de se comunicar com seus usuários (conforme ilustrei na situação pessoal e verídica que citei acima).

    Também se sente incomodado com SPAM em seu celular? Então faça o mesmo, exerça sua cidadania e exija que seus direitos como consumidor sejam respeitados! Você pode facilmente registrar uma reclamação junto à Anatel através de seu website (www.anatel.gov.br) ou via 0800-33-2001 (de segunda à sexta-feira, nos dias úteis, das 08:00h às 20:00h). Embora ainda precise melhorar muito a forma como intermedia as reclamações da sociedade junto às empresas reclamadas e melhor capacitar os atendentes de seu call center, a inserção da Anatel no circuito das reclamações dos consumidores junto às suas prestadoras de serviço de telecomunicações têm sido bastante útil no sentido de forçá-las a corrigir falhas, atender e dar solução às reclamações procedentes de seus usuários e a cumprir a legislação em vigor (como, por exemplo e em especial, o “CDC” – Código do Consumidor). Ou…:

    SPAM!

    TV controlada por palmas e gestosPerder o controle remoto de sua TV debaixo das poltronas do seu sofá logo poderá se tornar uma coisa do passado.

    A JVC divulgou no início de outubro deste ano, durante uma feira de tecnologia no Japão (CEATEC), um protótipo de TV totalmente controlada por palmas e gestos. Bata 2 palmas e um menu com controles de volume e canais aparece. Bata uma nova palma para efetuar uma seleção, ou mova seus braços no ar em movimentos pré-definidos para manipular os controles (como, por exemplo, bater uma palma mais longa e apontar o dedão pra cima para ligar a TV).

    Não estou bem certo se ficar batendo palmas misteriosamente tarde da noite, girando nossos braços no ar feito praticantes de Tai Shi Suan, será mais fácil do que simplesmente clicar botões em um controle remoto (embora este novo método proporcione a economia de alguns centavos por mês em pilhas). Mas se todas as TVs forem assim, você nunca mais terá que se preocupar em perder o controle remoto – mas passará a se preocupar muito mais em perder seus braços…

    Durante todo o período da história humana, nunca o mundo evoluiu tanto quanto nos últimos 60 anos, e devemos isso, principalmente, ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia em todas as áreas do conhecimento humano. Será que ambas foram o grande bem do século XX?

    Sem dúvida os avanços da ciência (e, consequentemente, da tecnologia) trouxeram uma série de benefícios em favor da melhoria da qualidade de vida de todos nós. No entanto, é preciso abrir a cortina e ver que, ao mesmo tempo, a ciência também transformou o bem em mal quando criou uma tecnologia que amplia a distância entre ricos e pobres, priva de empregos jovens sem instrução e deixa grande número de mães jovens e de crianças desesperançadas e sem ter onde morar. Este mal pode ser visto em muitas partes do mundo, especialmente nas grandes cidades da américa do Sul e do Norte. Na época do Natal, quando se caminha pelas ruas de New York depois do escurecer, vê-se toda a extensão desse abismo. As vitrines exageradamente iluminadas, cheias de brinquedos eletrônicos high-tech para os filhos dos ricos, e poucos metros adiante os cantos escuros das entradas do metrô repletas dos vultos indistintos dos trapos humanos que a nova tecnologia deixou para trás. Cenas antagônicas como essa tornaram-se parte de nosso dia-a-dia.

    Há cerca de 60 anos atrás, ricos e pobres eram menos isolados e menos temerosos uns dos outros e a sensação de pertencer a uma comunidade era mais intensa. Os ricos tinham menos trancas em suas portas e os pobres possuíam um teto sob o qual morar. Desde aquela época, a riqueza se acumulou e a sociedade se deteriorou. É como disse Haldane (filósofo e político escocês, 1856-1928): “A tendência da ciência aplicada é de amplificar as injustiças até que se tornem intoleráveis demais para serem suportadas, e o homem comum, que nenhum profeta ou poeta é capaz de sensibilizar, finalmente se move e extingue o mal em sua origem“.

    A grande maioria dos cientistas se defende ao dizer que as calamidades da sociedade são causadas pela droga, pela disseminação de armas, pela intolerância racial, pelo analfabetismo, pela má qualidade das escolas ou pela dissolução das famílias – e não pela ciência. É verdade que as causas imediatas da desintegração social são morais e econômicas – e não técnicas. No entanto, a parcela de responsabilidade por tais males com que a ciência deve arcar é mais pesada do que a maioria dos cientistas está disposta a admitir. Quando examinamos os processos em uma escala temporal de 50 ou 100 anos, realmente percebemos que a mais poderosa força de mudança é a ciência e que, em seu nome, máquinas tomaram o lugar de trabalhadores manuais pouco qualificados e computadores tomaram o lugar de funcionários administrativos pouco qualificados em todos os ramos da indústria e do comércio. Devido à ciência, a classe média tradicionalmente conservadora (constituída por operários especializados bem pagos) deixou de existir. Devido à ciência, já não existem empregos que paguem o suficiente a jovens sem educação superior para que estes possam sustentar uma vida confortável para suas famílias, a menos que sejam dotados de talentos especiais e muita sorte, como ocorre com jogadores de futebol ou celebridades do cinema ou da música. Devido à ciência, famílias que têm acesso a computadores e à educação superior tornam-se rapidamente uma casta hereditária em que as crianças herdam de seus pais essas vantagens. Devido à ciência, crianças privadas de oportunidades legítimas de ganhar a vida têm fortes incentivos econômicos para juntar-se a gangues e tornaram-se criminosas. Desta forma, a mudança tecnológica impulsionada pela ciência tem sido a causa primária dessas revoluções na base econômica da sociedade. Depois que a mudança tecnológica fecha indústrias e destrói empregos, o declínio da moralidade e a erosão da disciplina se seguem como consequências imediatas e novas causas secundárias de esgarçamento social.

    Especificamente no que diz respeito à invasão dos computadores em nossas vidas, imagino que nem mesmo seu criador, o matemático húngaro-americano Von Neumann (1903-1957), tenha previsto o surgimento do computador pessoal e muito menos da Internet, que expandiram-se com velocidade explosiva. Assim como outras mudanças tecnológicas, ambos trouxeram tanto o bem quanto o mal. No lado bom, a popularização da tecnologia nos deu computadores amigáveis, com rostos humanos, acessíveis a pessoas comuns, que os usam para o trabalho e como divertimento. Von Neumann nunca imaginou que os computadores pudessem ser humanizados a ponto de mães o usarem para imprimir convites e as crianças os empregarem para fazer suas lições de casa. Do lado mau, a indústria de computadores domésticos ampliou o abismo entre ricos e pobres. O filho de pais que têm computador se “alfabetiza” na informática à medida que cresce e é inundado por oportunidades de ingressar no mundo da educação, do trabalho e da indústria high-tech. Já a criança sem acesso a um computador doméstico fica para trás neste processo. O analfabetismo informático é uma barreira adicional que a criança pobre precisa suplantar para ganhar a vida honestamente. O escritor norte-americano Alvin Tofler define precisamente essa situação quando afirma que “por volta do ano 2000, aqueles que não tiverem um mínimo de conhecimento de computação serão considerados os novos analfabetos do século XXI“.

    Livro sugerido: “Mundos Imaginados” (de Freeman Dyson, Cia. das Letras, 1998).

    A ciência e a tecnologia, e as várias formas de arte, todas, unirão
    a humanidade num sistema único interconectado.”

      Z. A. Medvedev, no livro “The Medvedev Papers” (1970)

    Ontem acessei um site de busca na Internet e disparei uma pesquisa com as palavras-chave “universe expansion” (queria saber as últimas notícias sobre a teoria da expansão do Universo). Obtive como resultado 166.000 websites diferentes! Caí em desespero por overload de informações e, frustrado, desconectei-me e fui acariciar um gato simples…

    [Atualização: hoje, 08/jun/2008, o nº de resultados aumentou para 197.000! Ainda bem que ainda há gatos por perto...]