Qui 27 Set 2007
Sou ou não sou? Eis a questão. “You talking to me?”, como dizia Robert De Niro no clássico filme “Taxi Driver”.
Calma, não é nada disso - eu explico: algumas pessoas (aparentemente estranhas, quero dizer, supostamente desconhecidas) às vezes me perguntam via e-mail, Orkut, MSN etc. se eu sou ou não sou uma determinada pessoa que elas conheceram (geralmente num passado não tão distante - afinal, só tenho 34 anos…
).
Bem, realmente… não sei. Depende. Como já dizia Albert Einstein em sua famosa “Teoria da Relatividade”, tudo é relativo. Infelizmente (ou sei lá, talvez felizmente para elas…), na maioria das vezes acho que não sou quem elas pensam que eu seja… Mas sou orgulhosamente um Faustini legítimo (Eco! Mama mia! Cazzo!), o que já dá pelo menos metade das pistas…
Quem sabe em minha infância, em algum lugar do passado? Segundo a ciência, por volta dos 30 e poucos anos e por algum motivo não aparente, não conseguimos nos lembrar de muitos fatos ou pessoas que fizeram parte de nosso passado na infância e/ou adolescência. Mistérios da neurologia. Mas quem sabe? Perguntem sempre, será um prazer fazer essas escavações arqueológicas cerebrais, em busca da pessoa perdida no tempo e no espaço (embora o tempo sempre insista em prevalecer, por mais que alguns filósofos e metafísicos de plantão digam que ele não existe…). Se você também for acometido por esta dúvida cruel e quiser me dizer onde e como foi (mas por favor, via e-mail, para evitarmos eventuais constrangimentos públicos… ;->), talvez meus neurônios consigam estabelecer as devidas conexões químicas nessa “caixa de Pandora” que é nosso cérebro e permitam que eu viaje no túnel do tempo e me reencontre com você… Ou não…


