sáb 11 mar 2006
O sentido da vida
Posted by Rodrigo Faustini under Artes, Dúvidas, Fotos, Imagens, Reflexões
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Somos unidades biológicas cuja espécie é movida a dúvidas. A cor das paredes do apartamento novo, o destino das próximas férias e os sabores das bolas do sorvete são apenas uma pequena amostra de nossas infinitas dúvidas diárias.
Mas, sem dúvida (e sem trocadilho…), a maior de todas as dúvidas continua sendo: “qual o sentido da vida?” (inclua-se nesta abrangente pergunta as questões relativas a o quê será de nós após a morte, como surgiu o Universo, se existem seres extraterrestres, se eram os deuses astronautas, quem mexeu no nosso queijo, ser ou não ser etc.).
No excelente filme “Quiz Show” (EUA, 1994), que retratava os bastidores de um programa de TV que premiava pessoas por seus conhecimentos, alguém cogitou que esta seria a pergunta de US$ 64.000 dólares (o valor do prêmio máximo, numa época em que US$ 64 mil era muito, muito dinheiro…). O grupo humorístico inglês Monty Python (O “Casseta e Planeta” da Inglaterra) brincou com este tema no quase filosófico filme “O sentido da vida” (“The meaning of life” – Inglaterra, 1983), onde tentaram desvendar os mistérios da vida com sketches que examinavam as eras do homem e outras situações típicas do cotidiano nosso de cada dia. Eles podem não ter conseguido chegar a uma resposta exata, mas nos ajudaram a perceber que nem sempre é preciso buscar sentido naquilo que se vive – literalmente.

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Para aqueles que não se satisfazem em apenas participar dessa grande peça teatral sem ensaios que é a vida sem conhecer a íntegra do script (como eu), viver pode ser bem mais confuso… Dilemas constantes, dúvidas cruéis e crises existenciais são apenas alguns dos efeitos colaterais dessa busca pelas respostas sagradas que explicariam, por exemplo, por quê morremos, de onde viemos, para onde vamos (se é que vamos…) e por qual motivo a Fanta Uva light só vem em latinhas… Oh, well.
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A vida.. não tem sentido algum!
O Sentido da Vida
A existência do livre-arbítrio é o motivo pelo qual nossa vida é findável, pois o livre-arbítrio gera muitos conflitos entre os seres humanos e uma vida eterna conflituosa não seria condizente com a perfeição do Criador.
Deus poderia criar seres complexos que vivessem sem conflitos, porém sem capacidade criativa, robôs.
As células dos seres vivos ao se multiplicarem para se renovar vão se oxidando, e como conseqüência envelhecemos e morremos. Sabemos que Deus poderia criar células inoxidáveis ou outra forma de vida que nem imaginamos, mas veremos que é necessário que os seres ainda não possam viver para sempre, porque esta existência é apenas uma etapa da criação, que é analisada por Deus e quem sabe por outras inteligências, que coletam dados sobre tudo o que acontece, tudo o que é pensado e sentido, para que possam recriar nosso mundo de forma que haja muito mais harmonia no relacionamento entre as criaturas, para que a vida possa ser eterna para cada um de nós.
A bíblia católica diz que haverão dois “reinos”: Um onde o sentimento de amor ao semelhante é vivenciado plenamente e outro sem amor, adequado a determinados perfis psicológicos.
As pessoas cuja estrutura psíquica não aceita ou não se harmoniza com o sentimento de amor ao semelhante, de maneira satisfatória, viverão longe da presença do Criador, não por vontade Dele, mas das próprias criaturas. Estas são as que encaram a vida como uma competição onde se “devora” ou se é “devorado”.
Quem criou pode recriar e certamente o fará, pois qual artífice não quer levar sua obra à perfeição?
Como saber a verdadeira razão da vida, pois quem morreu não voltou para nos dizer algum relato.
Mas eu, como os meus semelhantes, procuram encontrar algo no meio de tantas contradições. Bem que eu gostaria que a vida após a morte fosse uma realidade…
Pois e uma pergunta bem interessante sendo que ninguem vai saber responder,so resta a duvidaa
Ninguém apareceu de volta pra contar pra VOCÊS certo? Como podem saber que isso não tenha acontecido com tantos outros? Estavam ao lado deles o resto da vida pra “não presenciar” tal fato e desmenti-los?
Só porque não se acredita, não se desmente.
O sentido da vida é muito simples, já o seu motivo é que é pessoal e de opinião própria, quero dizer, varia entre cada indivíduo.
Se não ouvesse sentido na vida não precisarias estar aqui, e de fato apontar uma arma para a cabeça e dispara-la não seria um completo disperdício.